TRATAMENTO
PARA DEPRESSÃO

Você sente tristeza a maior parte do tempo e perdeu o prazer para realizar qualquer atividade?

O que a depressão pode fazer com a sua vida?


Desinteresse
pela vida
Perda do interesse por atividades antes muito prazerosas, inclusive sexual.


Culpa
excessiva
Sensação de estar fazendo sempre algo errado. Culpa por não melhorar sozinho.


Alterações
no sono
Dormir excessivimente ou apresentar insônia importante.


Baixo rendimento
profissional
Dificuldade em manter o foco e atenção nas atividades realizadas.

Outros Sintomas

  • Desânimo excessivo
    e falta de energia

  • Alteração
    do apetite

  • Dificuldade
    de concentração

  • Pensamentos de morte,
    ideação suicida

De acordo com o IBGE, cerca de 11 milhões de brasileiros sofrem com depressão. E um estudo realizado por pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP, aponta que 2,2 milhões dos moradores da região metropolitana de São Paulo sofrem desse mal.

Isso mostra que a depressão é uma condição que pode afetar qualquer pessoa.

Um bom tratamento para depressão pode te ajudar
a recuperar o controle, mas para isso é necessário o diagnóstico e o tratamento corretos.

Como funciona o Tratamento para Depressão?

  • Avaliação Inicial

    O diagnóstico de depressão não é tão simples como muitos pensam. Algumas vezes os pacientes podem estar passando por dificuldades, até apresentarem alguns sintomas depressivos, porém não apresentarem o que chamamos, de fato, de Transtorno Depressivo. Ou eventualmente tem outro diagnóstico psiquiátrico, que envolve outro tratamento, diferente da Depressão propriamente dita. Por isso é tão importante essa avaliação inicial, para podermos levantar uma hipótese diagnóstica e traçar um plano terapêutico.

  • Medicação e Psicoterapia

    Uma vez diagnosticado o Transtorno Depressivo, a fórmula ideal de tratamento consiste em tratamento medicamentoso e psicoterapia (acompanhamento com psicólogo ou terapeuta). Existem muitos tipos de medicamentos que tratam depressão hoje em dia, sendo muito seguros e eficazes. A escolha varia de acordo com os sintomas e o paciente que fará uso da medicação.

  • Acompanhamento

    O acompanhamento psiquiátrico é fundamental para avaliar a melhora dos sintomas depressivos, bem como a tolerância em relação ao medicamento. Eventualmente para uma maior clareza do que o paciente está passando, podem ser necessárias entrevistas com familiares do paciente.

Principais dúvidas sobre o tratamento para depressão

Sentir tristeza em alguns momentos e situações não é considerado uma doença. Todos nós tomamos contato com ela em algum momento de nossas vidas. A tristeza passageira, a “fossa” ou “baixo-astral”, o “estar down” fazem parte da vida, e são superados após algum tempo. O luto, após a perda de um ente querido, manifesta-se por um sentimento de tristeza e vazio e também é superado com o correr do tempo. Devem-se distinguir a tristeza e o luto normais da depressão.

A depressão é uma doença, como outra doença qualquer. No caso da depressão ela se caracteriza por uma tristeza profunda e duradoura, além de outros sintomas e que dispõe hoje de tratamentos modernos para alívio do sofrimento que acarreta.

A depressão é uma doença bastante comum. A cada ano, uma em cada vinte pessoas apresenta depressão. As chances de alguém ter uma depressão ao longo da vida são de cerca de 15%. Ela se manifesta mais freqüentemente no adulto, embora possa ocorrer em qualquer faixa de idade, da criança ao idoso. É mais freqüente nas mulheres do que nos homens.

Os principais sintomas da depressão são: tristeza profunda e duradoura (em geral mais que duas semanas), perda do interesse ou prazer em atividades que antes eram apreciadas, sensação de vazio, falta de energia, apatia, desânimo, falta de vontade para realizar tarefas, perda da esperança, pensamentos negativos, pessimistas, de culpa ou auto-desvalorização. Muitas vezes a pessoa pode ter também dificuldade para concentrar-se, alteração do sono, perda do apetite, ansiedade e queixas físicas vagas (desconforto gástrico, dor de cabeça, entre outras). Em casos mais graves podem ocorrer idéias de morte e suicídio, havendo até pessoas que tentam o suicídio. A depressão é freqüentemente uma doença recorrente, a pessoa tem episódios de depressão que se repetem de tempos em tempos.

Uma vez caracterizado o transtorno depressivo, sim, o paciente precisará de tratamento medicamentoso.

Como qualquer outra doença, o transtorno depressivo requer tratamento. Como é uma doença multifatorial, o melhor tratamento é aquele que inclui uma abordagem completa, ou seja, o uso de medicamentos, combinado com uma abordagem psicológica (psicoterapias) e alterações de hábitos, comportamentos e ambiente quando necessários.

A vida de um paciente que faz uso de medicação psiquiátrica na sua grande maioria das vezes é 100% como era antes do uso deste. O paciente pode levar uma vida como gostaria, podendo dirigir, estudar, trabalhar, construir e cuidar de sua família, sem nenhuma restrição. Claro que esses são a maioria dos casos, porém existem sim transtornos psiquiátricos que levam a algumas limitações nas atividades cotidianas de alguns pacientes.

Mas o que é importante ressaltar é que o objetivo de qualquer tratamento psiquiátrico é melhorar a qualidade de vida tanto do paciente quanto de seus familiares e pessoas próximas. Portanto, uma vez orientado o uso de qualquer medicação, a idéia é que o funcionamento do paciente melhore em relação ao momento anterior que ele iniciou o tratamento.

 

Quanto a dependência das medicações, a absoluta maioria dos remédios psiquiátricos não causam depêndencia. Os medicamentos evoluiram muito nos últimos anos, apresentando formulas cada vez mais seguras, com menos interações medicamentosas e praticamente risco zero de causar dependência. Mais uma vez, isso se aplica a grande maioria das medicações, porém não a sua totalidade. Ainda existe alguns medicamentos que sim, podem eventualmente causar dependência, e mais uma vez se aplica a importância de fazer sempre o acompanhamento psiquiátrico, para que esse risco, mesmo que em medicamentos que tem esse potencial, seja o mínimo possível.

Hoje em dia já existem muitas opções de medicação para os mais diferentes tipos de transtorno psiquiátrico. Sim muitas medicações podem ser caras, porém são outras extremamente acessíveis e muitas vezes até fornecida pelo Governo através dos Postos de Saúde.

+ Como saber se meu caso é grave?

Sentir tristeza em alguns momentos e situações não é considerado uma doença. Todos nós tomamos contato com ela em algum momento de nossas vidas. A tristeza passageira, a “fossa” ou “baixo-astral”, o “estar down” fazem parte da vida, e são superados após algum tempo. O luto, após a perda de um ente querido, manifesta-se por um sentimento de tristeza e vazio e também é superado com o correr do tempo. Devem-se distinguir a tristeza e o luto normais da depressão.

A depressão é uma doença, como outra doença qualquer. No caso da depressão ela se caracteriza por uma tristeza profunda e duradoura, além de outros sintomas e que dispõe hoje de tratamentos modernos para alívio do sofrimento que acarreta.

A depressão é uma doença bastante comum. A cada ano, uma em cada vinte pessoas apresenta depressão. As chances de alguém ter uma depressão ao longo da vida são de cerca de 15%. Ela se manifesta mais freqüentemente no adulto, embora possa ocorrer em qualquer faixa de idade, da criança ao idoso. É mais freqüente nas mulheres do que nos homens.

Os principais sintomas da depressão são: tristeza profunda e duradoura (em geral mais que duas semanas), perda do interesse ou prazer em atividades que antes eram apreciadas, sensação de vazio, falta de energia, apatia, desânimo, falta de vontade para realizar tarefas, perda da esperança, pensamentos negativos, pessimistas, de culpa ou auto-desvalorização. Muitas vezes a pessoa pode ter também dificuldade para concentrar-se, alteração do sono, perda do apetite, ansiedade e queixas físicas vagas (desconforto gástrico, dor de cabeça, entre outras). Em casos mais graves podem ocorrer idéias de morte e suicídio, havendo até pessoas que tentam o suicídio. A depressão é freqüentemente uma doença recorrente, a pessoa tem episódios de depressão que se repetem de tempos em tempos.

+ Eu vou precisar de remédios?

Uma vez caracterizado o transtorno depressivo, sim, o paciente precisará de tratamento medicamentoso.

Como qualquer outra doença, o transtorno depressivo requer tratamento. Como é uma doença multifatorial, o melhor tratamento é aquele que inclui uma abordagem completa, ou seja, o uso de medicamentos, combinado com uma abordagem psicológica (psicoterapias) e alterações de hábitos, comportamentos e ambiente quando necessários.

+ Vou ter uma vida normal?

A vida de um paciente que faz uso de medicação psiquiátrica na sua grande maioria das vezes é 100% como era antes do uso deste. O paciente pode levar uma vida como gostaria, podendo dirigir, estudar, trabalhar, construir e cuidar de sua família, sem nenhuma restrição. Claro que esses são a maioria dos casos, porém existem sim transtornos psiquiátricos que levam a algumas limitações nas atividades cotidianas de alguns pacientes.

Mas o que é importante ressaltar é que o objetivo de qualquer tratamento psiquiátrico é melhorar a qualidade de vida tanto do paciente quanto de seus familiares e pessoas próximas. Portanto, uma vez orientado o uso de qualquer medicação, a idéia é que o funcionamento do paciente melhore em relação ao momento anterior que ele iniciou o tratamento.

 

Quanto a dependência das medicações, a absoluta maioria dos remédios psiquiátricos não causam depêndencia. Os medicamentos evoluiram muito nos últimos anos, apresentando formulas cada vez mais seguras, com menos interações medicamentosas e praticamente risco zero de causar dependência. Mais uma vez, isso se aplica a grande maioria das medicações, porém não a sua totalidade. Ainda existe alguns medicamentos que sim, podem eventualmente causar dependência, e mais uma vez se aplica a importância de fazer sempre o acompanhamento psiquiátrico, para que esse risco, mesmo que em medicamentos que tem esse potencial, seja o mínimo possível.

+ Os remédios são caros?

Hoje em dia já existem muitas opções de medicação para os mais diferentes tipos de transtorno psiquiátrico. Sim muitas medicações podem ser caras, porém são outras extremamente acessíveis e muitas vezes até fornecida pelo Governo através dos Postos de Saúde.

Dra. Jacqueline Segre
CRM-SP: 163.628 / RQE: 67.219

jacqueline-segre

Médica formada pela Faculdade de Medicina do ABC (FMABC)
Residência Médica em Psiquiatria pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (IMSCSP)
Residência Médica em Psiquiatria Forense pelo Instituto de Psiquiatria do Universidade de São Paulo (IPq-HCFMUSP)
Psiquiatra especialista pelo Conselho Regional de Medicina de São Paulo (CREMESP)

Médica Psiquiatra do Corpo Clínico do Hospital São Luiz – Rede D’or
Médica do Departamento de Ações Estratégicas em Saúde da Secretaria de Saúde de Osasco
Médica Psiquiatra Assistente na Clínica Maia

Colaboradora do Núcleo de Psiquiatria Forense do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP (NUFOR-IPq FMUSP)

Supervisora dos pós-graduandos de Psiquiatria da Santa Casa de Misericórdia
Membro da Sociedade Brasileira de Psiquiatria

Sócia e Psiquiatra Forense na Empresa Ethos – Psiquiatria Forense – www.ethospsiquiatriaforense.com.br

O que os pacientes dizem?

“Dra. Jaqueline foi muito atenciosa, interessada em minhas queixas, como poucas vezes vi em outros médicos, que hoje em dia nos atendem sem mal nos olhar.
Sigo tratando com ela e tive grande melhora.”
Depoimento no Doctoralia

“Sensacional. Depois de vários psiquiatras, alguns famosos, foi a primeira que realmente resolveu.”
Depoimento no Doctoralia

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