TRATAMENTO
PARA ANSIEDADE

Você sente ansiedade e preocupações excessivas
em vários momentos do seu dia?

O que a ansiedade pode fazer com a sua vida?


Sensação
de irritabilidade exagerada
Perda do controle e irritação por motivos cotidianos ou tolos


Dificuldades
de concentração ou
sensações de “branco” na mente
Sensação de esquecimento e desatenção em tarefas
antes realizadas facilmente


Alterações
do sono
Pensamentos na hora de dormir
que não te deixam “desligar”


Baixo rendimento
profissional
Intolerância e dificuldade em se concentrar a ponto
de piorar sua performance no trabalho

Outros Sintomas

  • Fadiga

  • Tensão muscular

  • Inquietação

  • Sintomas físicos (sudorese, tremor, dentre outros)

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), 33% da população mundial sofre de ansiedade.

Isso mostra que a ansiedade é uma condição que pode afetar qualquer pessoa.

Um diagnóstico correto e um tratamento adequado podem te ajudar a recuperar o controle de sua vida.

Como funciona o Tratamento para Ansiedade?

  • Avaliação Inicial

    A ansiedade é uma condição biológica inerente aos seres humanos, uma característica natural das pessoas. Ansiedade é um sentimento vago e desagradável de medo, apreensão, caracterizado por tensão ou desconforto derivado da antecipação de perigo, de algo desconhecido. Embora até certo ponto seja uma reação esperada, em excesso pode prejudicar a saúde emocional. Para podermos ter certeza tratar-se de um transtorno é necessária a avaliação psiquiátrica adequada.

  • Medicação e Psicoterapia

    Hoje em dia existem muitas opções para tratar os mais diversos sintomas ansiosos. O mais importante é uma avaliação adequada do paciente, sabendo quais são os sintomas que estão mais prevalentes e de maior difícil controle, e aí sim determinar qual seria mais adequado para seu tratamento. Para se ter uma ideia, o tratamento para ansiedade é tão eficaz com medicação que em muitos casos o foco do tratamento é a remissão completa dos sintomas.

  • Acompanhamento

    Uma particularidade dos tratamentos psiquiátricos em geral e que se aplica no transtorno de ansiedade é que o paciente não toma a medicação até “ficar bom”. A ideia é que o quanto antes os sintomas ansiosos que o levaram a procurar ajuda médica melhorem, porém o paciente deve manter uso das medicações para que assim evite ter retorno dos sintomas em um futuro breve. Por isso se faz tão necessário o acompanhamento psiquiátrico, para avaliar o momento de parada da medicação e como fazê-la de maneira segura.

Principais dúvidas sobre o tratamento para ansiedade

A síndrome do pânico provoca crises de medo, desespero e uma forte sensação de que algo ruim está para acontecer. E atinge cerca de uma em cada 75 pessoas, surgindo, em geral, durante a adolescência ou início da idade adulta.

Os sintomas de um ataque de pânico incluem dificuldade para respirar, sensação de ar insuficiente, coração disparado, terror paralisante, tonturas, vertigens ou náuseas, tremores, sudorese, agitação, dores no peito, medo de estar enlouquecendo ou prestes a morrer, entre outras sensações.

Após as crises, há uma preocupação contínua com o próximo ataque. A qualidade de vida da pessoa com síndrome do pânico é afetada de maneira intensa e para superar essa condição é necessário buscar ajuda do psiquiatra.

Preocupar-se e ficar ansioso não é apenas uma reação normal, mas necessária para a boa adaptação individual à sociedade e ao ambiente.

O transtorno de ansiedade generalizada é uma ansiedade ou preocupação excessiva com motivos desproporcionais ou injustificáveis ao nível de ansiedade gerado.

Para caracterizar o TAG é preciso que a ansiedade excessiva dure por mais de seis meses continuamente e precisa ser diferenciada da ansiedade normal.

Um dado importante é que as mulheres são duas vezes mais acometidas pela ansiedade generalizada do que os homens. A prevalência desse transtorno na população é relativamente alta, em torno de 3% da população geral.

É caracterizada por uma intensa ansiedade gerada quando a pessoa é submetida à avaliação de outras pessoas.

Ter uma certa timidez e receio em falar em público não chega a caracterizar o transtorno, é algo comum na população geral. Porém quando a vergonha ou timidez faz com que a pessoa sofra prejuízo pessoal por causa dela como, por exemplo, deixar de concluir uma faculdade devido um exame final que exige uma apresentação pública, mostra que a reação já possou do esperado.

A intensidade desta reação de ansiedade é desproporcional ao nervosismo que esta situação exigiria das pessoas em geral, e isso é reconhecido pelo próprio paciente. Por causa de todo o desconforto envolvido nessa situação a pessoa passa a apresentar um comportamento de evitação (fobia) para estas situações.

Obsessões são pensamentos recorrentes insistentes que se caracterizam por serem desagradáveis e não controláveis pelos próprios pacientes, gerando perda de tempo e sofrimento pessoal. Como a pessoa perde o controle sobre os pensamentos, muitas vezes passa a praticar atos que, por serem repetitivos, tornam-se rituais. Muitas vezes têm a finalidade de prevenir ou aliviar a tensão causada pelos pensamentos obsessivos.

Já as compulsões são gestos ou ações sempre iguais, repetitivas e incontroláveis. Um paciente que tente evitar as compulsões acaba apresentando uma tensão insuportável, por isso acaba cedendo às compulsões.

Importante lembrar que essas pessoas percebem o absurdo ou exagero do que está se passando, mas como não sabem o que está acontecendo ou como evitar, temem estar enlouquecendo, e pelo menos no começo tentam esconder seus pensamentos e rituais.

+ Síndrome do Pânico

A síndrome do pânico provoca crises de medo, desespero e uma forte sensação de que algo ruim está para acontecer. E atinge cerca de uma em cada 75 pessoas, surgindo, em geral, durante a adolescência ou início da idade adulta.

Os sintomas de um ataque de pânico incluem dificuldade para respirar, sensação de ar insuficiente, coração disparado, terror paralisante, tonturas, vertigens ou náuseas, tremores, sudorese, agitação, dores no peito, medo de estar enlouquecendo ou prestes a morrer, entre outras sensações.

Após as crises, há uma preocupação contínua com o próximo ataque. A qualidade de vida da pessoa com síndrome do pânico é afetada de maneira intensa e para superar essa condição é necessário buscar ajuda do psiquiatra.

+ Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)

Preocupar-se e ficar ansioso não é apenas uma reação normal, mas necessária para a boa adaptação individual à sociedade e ao ambiente.

O transtorno de ansiedade generalizada é uma ansiedade ou preocupação excessiva com motivos desproporcionais ou injustificáveis ao nível de ansiedade gerado.

Para caracterizar o TAG é preciso que a ansiedade excessiva dure por mais de seis meses continuamente e precisa ser diferenciada da ansiedade normal.

Um dado importante é que as mulheres são duas vezes mais acometidas pela ansiedade generalizada do que os homens. A prevalência desse transtorno na população é relativamente alta, em torno de 3% da população geral.

+ Fobia Social

É caracterizada por uma intensa ansiedade gerada quando a pessoa é submetida à avaliação de outras pessoas.

Ter uma certa timidez e receio em falar em público não chega a caracterizar o transtorno, é algo comum na população geral. Porém quando a vergonha ou timidez faz com que a pessoa sofra prejuízo pessoal por causa dela como, por exemplo, deixar de concluir uma faculdade devido um exame final que exige uma apresentação pública, mostra que a reação já possou do esperado.

A intensidade desta reação de ansiedade é desproporcional ao nervosismo que esta situação exigiria das pessoas em geral, e isso é reconhecido pelo próprio paciente. Por causa de todo o desconforto envolvido nessa situação a pessoa passa a apresentar um comportamento de evitação (fobia) para estas situações.

+ Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)

Obsessões são pensamentos recorrentes insistentes que se caracterizam por serem desagradáveis e não controláveis pelos próprios pacientes, gerando perda de tempo e sofrimento pessoal. Como a pessoa perde o controle sobre os pensamentos, muitas vezes passa a praticar atos que, por serem repetitivos, tornam-se rituais. Muitas vezes têm a finalidade de prevenir ou aliviar a tensão causada pelos pensamentos obsessivos.

Já as compulsões são gestos ou ações sempre iguais, repetitivas e incontroláveis. Um paciente que tente evitar as compulsões acaba apresentando uma tensão insuportável, por isso acaba cedendo às compulsões.

Importante lembrar que essas pessoas percebem o absurdo ou exagero do que está se passando, mas como não sabem o que está acontecendo ou como evitar, temem estar enlouquecendo, e pelo menos no começo tentam esconder seus pensamentos e rituais.

Dra. Jacqueline Segre
CRM-SP: 163.628 / RQE: 67.219

jacqueline-segre

• Médica formada pela Faculdade de Medicina do ABC (FMABC)

• Residência Médica em Psiquiatria pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (IMSCSP)

• Residência Médica em Psiquiatria Forense pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (IPq-HCFMUSP)

• Docente Responsável da Pós-Graduação de Psiquiatria Forense do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (IPq-HCFMUSP)

• Psiquiatra Colaboradora do Núcleo de Psiquiatria Forense do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP (NUFOR-IPq FMUSP)

• Sócia e Psiquiatra Forense na Empresa Ethos – Psiquiatria Forense – www.ethospsiquiatriaforense.com.br

• Diretora Médica na Clínica Maia Prime

• Membro da Sociedade Brasileira de Psiquiatria

• Psiquiatra especialista pelo Conselho Regional de Medicina de São Paulo (CREMESP)

O que os pacientes dizem?

“Dra. Jaqueline foi muito atenciosa, interessada em minhas queixas, como poucas vezes vi em outros médicos, que hoje em dia nos atendem sem mal nos olhar.
Sigo tratando com ela e tive grande melhora.”
Depoimento no Doctoralia

“Sensacional. Depois de vários psiquiatras, alguns famosos, foi a primeira que realmente resolveu.”
Depoimento no Doctoralia

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